Cirurgias
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Cirurgias

Adrenalectomia

ADRENALECTOMIA

A glândula suprarrenal é pareada — ou seja, há um par delas — e se localiza na parte posterior do abdome, imediatamente acima dos rins, pesando em torno de 3 a 5 gramas. Pode ser acometida por doença que leva à disfunção do órgão, por tumor maligno e ainda pode ser sede de doença metastática.

 

A retirada cirúrgica do órgão por laparoscopia é hoje aceita universalmente como técnica padrão, podendo ser abordada por via anterior ou posterior, com o paciente colocado em posição de flanco contralateral, de acordo com a preferência do cirurgião. O volume bem reduzido da glândula e sua localização num plano bastante profundo tornam o acesso laparoscópico a melhor via de abordagem.

Ampliação Vesical

AMPLIAÇÃO VESICAL

Em 1898, o cirurgião von Mikulicz descreveu o uso de um segmento do íleo (parte terminal do intestino delgado) para ampliar a bexiga e assim deu início ao tratamento cirúrgico do que hoje chamamos “bexiga de baixa capacidade” e “de alta pressão”. Desde então, inúmeras técnicas e variantes foram desenvolvidas. Para tanto, buscou-se no emprego de todos os tipos de segmentos do trato gastrointestinal — desde o estômago até o cólon sigmóide — um substituto ideal para a parede da bexiga.

 

Transcorridos mais de cem anos e na falta de um substituto ideal, o segmento gastrointestinal ainda permanece como a primeira escolha pela maioria dos cirurgiões quando se torna necessário ampliar a bexiga.

 

A busca por reduzir cada vez mais a morbidade inerente a essas grandes e complexas cirurgias motivou inúmeros pesquisadores a introduzir e desenvolver técnicas laparoscópicas. Hoje a técnica laparoscópica para ampliação de bexiga já se encontra padronizada no departamento de cirurgia minimamente invasiva da MASTER CLÍNICA.

Cistectomia Radical

CISTECTOMIA RADICAL

Cirurgia de grandes dimensões que consiste na retirada total da bexiga quando esta é acometida por câncer infiltrativo, que é o segundo tumor mais frequente do aparelho urinário. Nessa cirurgia, além da bexiga, rotineiramente se remove em bloco a próstata, as vesículas seminais e os gânglios linfáticos pélvicos, para assegurar maiores condições de cura.

 

Este tipo de procedimento, quando feito de forma convencional, exige a realização de grandes incisões no abdome, em torno de 30 centímetros, trazendo uma série de desvantagens para o paciente, como maior morbidade cirúrgica, sangramento intra-operatório e uma preocupante taxa de complicações, tanto precoces quanto tardias.

 

Como parte do tratamento, após a extirpação do órgão, o cirurgião confecciona um sistema de drenagem ou de reservatório de urina, ou seja, lança-se mão de técnicas de substituição vesical do modo mais fisiológico possível, para minimizar as consequências de um impacto social que tais pacientes podem vir a ter. Nos últimos anos, a técnica mais aplicada é o uso de um segmento de intestino delgado colocada em posição ortotópica (no leito original da bexiga).

 

Apesar de ser uma cirurgia de grande complexidade, a técnica laparoscópica pode ser empregada com pleno sucesso. Realizada nos grandes centros de laparoscopia, representa a mais recente fronteira do desenvolvimento da técnica minimamente invasiva.

 

O setor de laparoscopia da MASTER CLÍNICA realiza a cistectomia radical com grande competência, proporcionando inúmeros benefícios aos seus clientes.

Cisto Renal

CISTO RENAL

Ocasionalmente pode surgir uma lesão cística (bolha de água) no rim. Eventualmente podem se tornar cistos de grande volume, que ocasionam queixa de dor lombar por compressão de estruturas adjacentes ao rim, hidronefrose (dilatação renal) pela obstrução do ureter e até a perda localizada do rim, pela própria compressão exercida pela massa cística.

 

Até recentemente, o tratamento indicado de marsupialização do cisto era feito por meio de cirurgia aberta, que consiste no esvaziamento do conteúdo líquido do cisto, além da ressecção de toda a parede cística, sob medidas de um cuidado rigoroso de hemostasia (para evitar hemorragia) na transição com o tecido renal, sendo o leito do cisto muitas vezes preenchido com colocação de hemostáticos e cola biológica para prevenção de fístula urinária.

 

Atualmente o manejo de tais lesões nos serviços que dispõem de laparoscopia é realizado por técnica minimamente invasiva, oferecendo uma série de vantagens incontestáveis ao paciente.

Nefrectomia Radical

NEFRECTOMIA RADICAL

O rim pode ser acometido por um tumor de natureza maligna e a remoção cirúrgica do órgão tem sido recomendada como a principal forma de tratamento curativo. Classicamente esta cirurgia é realizada por via aberta, com grandes incisões, retirando-se, além do órgão principal, todo o envoltório e tecidos adjacentes, ou seja, a remoção em bloco, o que se pode entender como uma cirurgia radical.

 

No entanto, nos centros onde a técnica minimamente invasiva apresenta-se bem desenvolvida, este procedimento pode ser realizado com toda a radicalidade recomendada, mas sem os inconvenientes de uma extensa cicatriz de incisão cirúrgica, com pós-operatório bem menos doloroso e recuperação muito mais precoce.

 

Em situações não raras, em razão de a doença neoplásica ser detectada cada vez mais precocemente, principalmente nos dias atuais, por conta do uso de exames de imagens de alta resolução como método diagnóstico, os pacientes têm ainda a chance de obter o tratamento de uma forma mais conservadora, ou seja, poupadora da extirpação completa de todo o rim. Neste caso, a utilização da cirurgia laparoscópica também se faz possível, trazendo beneficio inequívoco aos pacientes.

Nefrectomia Simples

NEFRECTOMIA SIMPLES

Termo utilizado para a remoção completa do rim, indicada em múltiplas patologias renais, tanto as que levam à perda total da função renal, quer sejam obstrutivas, quer não, quanto as inflamatórias, infecciosas, hereditárias, congênitas e as que apresentam hipertensão renovascular.

 

Classicamente, o órgão sempre foi retirado por uma incisão cirúrgica bastante dolorosa, em razão da necessidade de secionar toda a parede abdominal, incluindo, além da pele, várias camadas de musculatura. Com a laparoscopia, as incisões são, comparativamente, mínimas, reduz-se a necessidade do uso de analgésicos e abrevia-se o tempo de internação e de recuperação.

 

A primeira nefrectomia laparoscópica foi realizada pelo professor Clayman e colaboradores, no ano 1991, quando trataram uma mulher de 85 anos, portadora de doença benigna (oncocitoma), numa cirurgia com duração de sete horas. A partir de então, graças ao desenvolvimento da técnica, aliado ao desenvolvimento tecnológico de instrumentais e equipamentos, a laparoscopia tem sido aceita como a melhor abordagem na maioria das instituições. Os estudos de literatura, por sua vez, têm mostrado a sua inequívoca superioridade, trazendo aos pacientes inúmeros benefícios inerentes a uma técnica minimamente invasiva.

Nefropexia

NEFROPEXIA

Em indivíduos magros ou que apresentem história de perda de peso, os rins tendem a um deslocamento inferior por redução do coxim gorduroso lombar quando em posição ortostática (de pé). Esta situação é conhecida popularmente como “rim caído” e poderá acarretar dificuldade de drenagem da urina para a bexiga pela própria formação viciosa de dobra ureteral, causando dilatação renal e sintoma de dor lombar como queixa principal.

 

A cirurgia para o tratamento desta enfermidade é denominada de nefropexia, ou seja, a fixação cirúrgica do rim na parede posterolateral da cavidade retroperitoneal, podendo ser realizada através da videolaparoscopia, uma técnica inovadora, com tempo operatório médio em torno de até sessenta minutos e permanência hospitalar de apenas um dia. Graças a este procedimento minimamente invasivo, os pacientes apresentam completo restabelecimento em tempo bastante curto, retornando rapidamente às suas atividades profissionais.

Pieloplastia

PIELOPLASTIA

Uma das doenças urinárias congênitas mais comum é a estenose (estreitamento) da junção entre a pelve renal e o ureter, dificultando que a urina produzida no rim tenha livre fluxo para a bexiga, o que pode levar à hidronefrose (dilatação renal) de vários graus e culminar até com a perda total do rim.

 

A plástica renal, dentre os vários tipos de abordagem, é o tratamento recomendado há algumas décadas como a melhor opção, com taxa de cura de 98%. Para a realização deste tipo de cirurgia, tradicionalmente sempre foi necessária a realização de lombotomia (corte extenso na região lombar), que é bastante dolorosa e exige longo tempo de internamento — algumas das grandes desvantagens da técnica.

 

Com o advento da cirurgia laparoscópica, os pacientes portadores deste tipo de enfermidade podem ser tratados de uma forma minimamente invasiva, reduzindo-se grande parte da morbidade da cirurgia aberta, sem comprometer os resultados.

Prostatectomia Radical

PROSTATECTOMIA RADICAL

A glândula prostática é um órgão genital masculino interno localizado imediatamente abaixo da bexiga, pesando em torno de 20 gramas; a uretra (canal da urina) tem o seu início junto ao órgão, onde se denomina uretra prostática. Após a quarta década de vida, não é raro surgir neoplasma maligno (câncer) na próstata, e o adenocarcinoma constitui um dos tumores mais comuns nos homens, com alta taxa de morbidade e mortalidade.

 

O tratamento considerado padrão tem sido a cirurgia radical, que consiste na remoção da próstata (prostatectomia) além da vesícula seminal; em alguns casos, faz-se a linfadenectomia pélvica (retirada de gânglios).

 

Historicamente, a operação começou a ser realizada no início do século passado e, ao longo de mais de um século, a cirurgia teve grandes progressos, a partir de estudos de um melhor conhecimento da anatomia pélvica masculina, particularmente no que diz respeito à irrigação, inervação e fibras lisas esfincterianas.

 

Aliado a esse conhecimento, evidentemente houve uma grande contribuição também por parte das indústrias em relação ao desenvolvimento de equipamentos e instrumentais, que capacitaram o cirurgião a realizar um trabalho de melhor qualidade.

 

Na esteira desse progresso, a cirurgia videolaparoscópica também encontrou um nicho para tratar os pacientes portadores de câncer de próstata. Este tipo de procedimento começou a ser realizado há pouco mais de dez anos, na França, e hoje se encontra totalmente padronizado, sendo uma técnica rotineira nos principais centros de laparoscopia.

 

A grande vantagem da técnica laparoscópica reside numa melhor oportunidade aos pacientes para a cirurgia de preservação do feixe neurovascular (nervo da potência), tão importante para a manutenção da atividade sexual.

 

A MASTER CLÍNICA tem disponibilizado o seu serviço de laparoscopia na área prostática desde 2002, consolidando o seu pioneirismo habitual e um serviço de qualidade ímpar aos seus clientes. O grupo também tem realizado cirurgia laparoscópica em vários centros do país, em inúmeras parcerias com urologistas de outros estados brasileiros.

Reimplante Ureteral

REIMPLANTE URETERAL

O tratamento laparoscópico do ureter terminal é indicado, na maioria das vezes, para pacientes que apresentam refluxo vesicoureteral (retorno da urina da bexiga em direção aos rins) que tenha falhado aos tratamentos mais conservadores ou endoscópicos, bem como para aqueles que apresentam lesões obstrutivas decorrentes de instrumentação endourológica, cirurgias ginecológicas e procedimentos laparoscópicos pélvicos complexos.

 

As lesões fistulosas agudas ou crônicas também podem receber tratamento laparoscópico. Os tumores do ureter distal e estenoses secundárias às radioterapias, por sua vez, ainda geram algumas controvérsias quanto a este tratamento.

 

O reimplante ureteral laparoscópico é um procedimento ainda em evolução que está sendo estabelecido e realizado apenas em alguns poucos centros bem desenvolvidos que executam as cirurgias mais complexas, como as chamadas cirurgias reconstrutivas.

 

A MASTER CLÍNICA oferece este tipo de procedimento, prestando aos seus clientes relevantes benefícios, como menor sangramento e redução no período de permanência hospitalar e de convalescência.

Sacrocolpopexia

SACROCOLPOPEXIA

É uma técnica utilizada para tratamento de prolapsos genitais em mulheres (queda da bexiga, útero e intestino), os quais são decorrentes de gestações anteriores associadas à flacidez das estruturas que compõem o assoalho pélvico, o que pode ocorrer no processo do envelhecimento. Existem vários estudos demonstrando que as mulheres acima de 50 anos de idade sofrem com este tipo de problema numa incidência em torno de 40%. A correção cirúrgica dos prolapsos genitais pode ser realizada basicamente por via vaginal ou abdominal (chamada também de via alta, tradicionalmente realizada por acesso aberto).

 

Várias séries de estudos comparativos acompanhados por longo tempo revelam que o acesso abdominal apresenta, inegavelmente, os melhores resultados. Quando se faz tal correção por acesso vaginal, pode-se dizer que dobra a probabilidade de ter de operar novamente. Entretanto, há desvantagens na sacrocolpopexia abdominal: exige-se um tempo operatório maior, o período de convalescência é mais prolongado e a cicatriz abdominal por causa da incisão cirúrgica.

 

Com o intuito de minimizar tais desvantagens e, ao mesmo tempo, procurar manter os bons resultados de solução do problema pela via aberta é que se propôs uma nova técnica de tratamento, que denominamos sacrocolpopexia laparoscópica.

 

A MASTER CLÍNICA tem oferecido esta opção de tratamento às suas clientes, empregando telas cirúrgicas especificamente desenvolvidas para uso ginecológico, com excelentes resultados funcionais, e índices de sucesso a longo prazo em torno de 95% .

Cirurgia de Próstata

CIRURGIA DA PRÓSTATA

A Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP) refere-se ao crescimento benigno do tecido prostático (sobre câncer de próstata, informe-se aqui). A uretra, ao sair da bexiga, atravessa uma porção da próstata. Por isso, quando a próstata aumenta de volume, acaba comprimindo a uretra intraprostática, causando alguma dificuldade urinária. Esse processo é muito comum nos homens a partir dos 40 anos e, com a idade, tende a progredir e obstruir o fluxo urinário e complicar o armazenamento da urina.

 

De início, esta patologia costuma ser tratada clinicamente, por meio de medicamentos que relaxam a musculatura intraprostática (alfa-bloqueadores) ou que fazem regredir o tecido hiperplasiado (finasterida e dutasterida). Quando o uso de tais medicamentos não proporciona o resultado desejado, ou o paciente já apresenta alterações severas da bexiga ou dos rins, cabe ao médico remover cirurgicamente esse tecido que bloqueia a uretra. No passado isso era feito sobretudo por técnicas abertas, porém hoje, na era da cirurgia minimamente invasiva, pode-se fazer por via transuretral ou laparoscópica.

 

A técnica laparoscópica destina-se às próstatas volumosas (acima de 80g). Em praticamente todos os pacientes que necessitam dessa cirurgia podem-se empregar as técnicas uretrais. As mais comuns são: Ressecção Transuretral (RTU), Enucleação a Laser e Vaporização Prostática (Plasma Button), que é a principal inovação neste campo.

 

Principais vantagens: maior segurança contra intoxicação hídrica em razão do uso de solução salina fisiológica, muito pouco sangramento, menor tempo de sonda vesical no pós-operatório, menor tempo de hospitalização e pode ser empregada com segurança em pacientes cardíacos que usam medicamentos para reduzir a coagulação sanguínea ou que possuem dispositivos eletrônicos como marca-passo e desfibrilador, já que emprega corrente bipolar, ideal nestes casos.

Prótese Peniana

PRÓTESE PENIANA

Com relação à disfunção erétil, a correta avaliação do paciente, das comorbidades (outras doenças associadas) e dos medicamentos em uso são fundamentais para a correta indicação dos chamados inibidores da difosfoesterase do tipo 5, que incluem o Viagra® e todos os correlatos que surgiram depois.

 

Quando essas drogas de uso oral não resolvem a disfunção erétil, pode-se optar pelas cirurgias de próteses penianas, as quais também apresentaram boa evolução. Hoje o mercado dispõe tanto de próteses semirrígidas, com custos extremamente acessíveis, como de modelos infláveis, de custo mais elevado.

 

A Master Clínica, desde seu início, acumulou grande experiência na indicação e no implante cirúrgico de todos esses modelos, conseguindo sempre adequar o tratamento às possibilidades financeiras daqueles que realmente necessitam de tais cirurgias.