Urologia Infantil
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Em urologia, é significativa a incidência de malformações congênitas. Tais patologias apresentam particularidades tanto no diagnóstico como no tratamento, além de manejo específico no caso de pacientes pediátricos.

 

A clínica dispõe de completos equipamentos pediátricos endoscópico e de urodinâmica necessários para o diagnóstico e tratamento. Oferece também adequada estrutura radiológica para crianças, sob anestesia.

 

A Master Clínica conta com profissionais especializados e aprimorou-se na área da laparoscopia pediátrica, possibilitando a correção de várias malformações urológicas por meio dessa técnica cirúrgica que dispensa incisões e propicia menos dor pós-operatória, menor período de internação hospitalar e recuperação precoce.

ESTUDO URODINÂMICO

Estudo Urodinâmico

Exame indicado para avaliar o funcionamento da bexiga em crianças com sintomas como incontinência urinária, urgência miccional, aumento da frequência urinária e enurese noturna. Também se indica a urodinâmica quando a criança apresenta infecção urinária de repetição.

Utiliza-se um programa de computador (software) que permite estudar a dinâmica da micção pelo enchimento da bexiga através de uma sonda.

Os exames são realizados por nossos urologistas pediátricos, Dr. Alex Tanaka e Dr. Gustavo Marconi, especialistas em tratar as doenças que acometem a bexiga da criança. Para um exame de maior qualidade, utilizamos recursos audiovisuais, que tornam o método mais confortável para os pequenos pacientes.

URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL COM SEDAÇÃO

Uretrocistografia miccional com sedação

Exame indicado para crianças com menos de 3 anos de idade com episódio (único) comprovado de infecção urinária e para crianças maiores de 3 anos com infecção urinária de repetição. Atualmente é o único exame capaz de diagnosticar e graduar o refluxo vesicoureteral (retorno de urina da bexiga para os rins), permitindo seu tratamento adequado.

Recomenda-se também para pacientes com suspeita de válvula de uretra posterior (membrana no canal da uretra que impede a saída da urina).

Na Master Clínica, é realizado sob sedação (anestesia), pois permite um exame de melhor qualidade, com menor desconforto para o paciente. Contamos com uma equipe própria de anestesistas, especialistas em anestesia infantil.

ULTRASSONOGRAFIA PEDIÁTRICA

Ultrassonografia Pediátrica

A ultrassonografia é um excelente exame de imagem para crianças, pois possibilita o diagnóstico das principais doenças que acometem o trato urinário e genital sem a utilização de radiação.

A Master Clínica oferece ultrassom de abdômen total, aparelho urinário, região inguinal, bolsa testicular com doppler, e outros.

Realizamos os exames em crianças de todas as idades (desde poucos dias de vida até adolescentes). Os exames são realizados pelos próprios uropediatras, Dr. Alex Tanaka e Dr. Gustavo Marconi, especialistas em ultrassonografia e capacitados para tratar as patologias diagnosticadas nos exames.

Oferecemos um ambiente propício para a realização dos exames, com recursos audiovisuais, que distraem a criança, e uso de gel aquecido (principalmente para os dias frios).

DISFUNÇÃO MICCIONAL

DISFUNÇÃO MICCIONAL

A disfunção miccional é muito comum em crianças. Trata-se de uma disfunção da bexiga caracterizada por um padrão anormal no seu enchimento ou esvaziamento. O controle da função miccional na infância é adquirido a partir de 2 anos de idade, podendo ocorrer até os 4 anos. Esse distúrbio está presente em 15% das crianças aos 7 anos, sendo mais comum em meninas. É causa de infecção urinária em crianças após 4 anos de idade e, quando não tratada, também origina baixa autoestima, isolamento social e alterações comportamentais.

 

Pode-se manifestar com perdas de urina durante o dia, enurese noturna, urgência miccional, dores abdominais, micções irregulares ou pouco frequentes (retenção), constipação intestinal, resíduos de urina e/ou fezes na roupa, sensação de não esvaziamento vesical, vulvovaginites ou assaduras intratáveis, infecções urinárias recorrentes, refluxo vesicoureteral secundário (retorno de urina da bexiga para os rins), entre outros.

 

O diagnóstico precoce é fundamental para o tratamento adequado, visando melhorar a condição social da criança e prevenir a formação de cicatrizes renais em crianças acometidas por infecção urinária.

VÁLVULA DE URETRA POSTERIOR

VÁLVULA DE URETRA POSTERIOR

A causa mais comum de obstrução uretral congênita em crianças está na válvula de uretra posterior (VUP), com incidência de 1 caso para cada 3.000 a 8.000 nascidos vivos, acometendo apenas meninos. Atualmente o diagnóstico de 60% a 80% dos casos se faz ainda no pré-natal.

 

A válvula caracteriza-se por uma estrutura membranosa, com origem na mucosa do assoalho da uretra prostática, que obstrui o fluxo de urina.
A obstrução do fluxo urinário ocasiona dilatação, alongamento da uretra posterior e espessamento do músculo da bexiga, como se observa na figura abaixo.

 

Em crianças maiores, os sintomas mais evidentes são: perdas urinárias, urgência miccional, alterações do jato e gotejamento. A associação com a infecção do trato urinário aparece em mais de 50% das crianças maiores de um ano de idade portadoras de VUP. A avaliação global do recém-nascido é extremamente importante, com especial atenção às funções pulmonar, renal e possível associação de infecção urinária.

 

A uretrocistografia miccional é o melhor exame disponível (padrão-ouro) para o diagnóstico de VUP, sobretudo quando associado com refluxo vesicoureteral secundário.

 

Confirmada a suspeita de VUP, a abordagem inicial, geralmente de curta permanência, deve ser de drenagem urinária vesical por meio de sonda.
Para meninos nascidos a termo, com peso adequado, bom estado geral e ausência de infecção, deve-se considerar o tratamento definitivo da VUP através de cauterização endoscópica da válvula.

 

Para pacientes com uretras de pequeno diâmetro, infecção urinária ou até mesmo septicemia, distúrbio das excretas eliminadas pelos rins e insuficiência renal, indica-se a vesicostomia, que é um desvio temporário da urina pela confecção cirúrgica de um pequeno orifício subumbilical.
Em neonato com insuficiência renal grave, pode-se indicar derivação urinária mais alta – ureteral ou pelve renal.

ENURESE NOTURNA

ENURESE NOTURNA

Trata-se do hábito involuntário de urinar durante o sono. Cerca de 15% das crianças em torno de 5 anos de idade apresentam perdas noturnas de urina, sendo mais comum em meninos. É com o início da vida escolar que a maioria dos pais e médicos passa a se preocupar com a continência noturna, em razão do impacto negativo que a enurese pode desempenhar na socialização da criança.

 

Quando o sintoma é único, chama-se enurese noturna monossintomática, e filhos de pais que perdiam urina na cama apresentam chances aumentadas entre 44% e 77% de também sofrerem de enurese noturna. Ao se perceber que a enurese noturna está associada a sintomas diurnos caracterizados por aumento da frequência urinária, perdas de urina durante o dia e jato miccional fraco, deve-se avaliar a criança para investigar doenças anatômicas do trato urinário ou comprometimento neurológico.

 

As opções de tratamento variam de acordo com os aspectos do problema e perfil da criança. A terapia de modificação comportamental é uma boa opção terapêutica e visa mudar comportamentos inadequados que contribuem com a persistência da enurese (por exemplo, ingerir líquidos antes de dormir e não urinar regularmente durante o dia), introduzindo uma reeducação miccional. Após avaliação criteriosa, uma terapia medicamentosa poderá ser utilizada em busca de melhor resultado.

BEXIGA NEUROGÊNICA

BEXIGA NEUROGÊNICA

A função da bexiga urinária é o armazenamento de urina até uma certa capacidade (variável de acordo com a idade da criança), ocorrendo a micção voluntária (ato de urinar) em momento socialmente oportuno, sempre com baixas pressões dentro da bexiga (para evitar danos ao trato urinário).

 

A bexiga neurogênica refere-se a um conjunto de doenças que afetam o funcionamento normal da bexiga, em decorrência de lesões neurológicas, tanto no sistema nervoso central (encéfalo, medula) quanto no sistema nervoso periférico (inervação da bexiga).
As principais doenças pediátricas que evoluem com bexiga neurogênica são: mielomeningocele (defeito no fechamento da coluna), disrafismos ocultos da coluna vertebral (patologias não visíveis da coluna), doenças que afetam o sistema nervoso central (paralisia cerebral), entre outros.

 

A bexiga neurogênica pode manifestar-se de duas formas: bexiga hipercontrátil e bexiga hipocontrátil.

 

A bexiga hipercontrátil (hiperativa) tem paredes mais espessas e baixa capacidade de armazenamento. Manifesta-se por contrações vesicais involuntárias e frequentes, fazendo com que o paciente aumente as idas ao banheiro, algumas vezes apresentando incontinência urinária (perdas de urina na roupa íntima).

A bexiga hipocontrátil (hipoativa) tem paredes finas, com capacidade de armazenamento aumentada e sensibilidade diminuída. Manifesta-se com enchimento da bexiga além do esperado para a idade, podendo proporcionar incontinência urinária por transbordamento. Além disso, durante a micção, a criança não consegue esvaziar adequadamente a bexiga (pela baixa força de contração do músculo da bexiga), aumentando a presença de resíduo de urina, que é fator de risco para infecção urinária.

 

O diagnóstico adequado da bexiga neurogênica exige exames específicos, como: estudo urodinâmico, uretrocistografia miccional e ultrassonografia do aparelho urinário. A Master Clínica dispõe de todos os métodos diagnósticos adequados para atender a população pediátrica. Conta também com corpo clínico qualificado em Urologia e Nefrologia Pediátrica para o acompanhamento ideal da criança com bexiga neurogênica.

CRIPTORQUIDIA

CRIPTORQUIDIA

 

Caracteriza-se por uma falha na descida do testículo até o escroto (bolsa testicular), durante o desenvolvimento do feto. Após seu surgimento (no retroperitôneo, em topografia abdominal), os testículos migram para baixo, através da canal inguinal (na virilha) e, ao nascimento, já devem estar fixos dentro da bolsa testicular. Pode, entretanto, ocorrer de um ou ambos os testículos terem uma descida incorreta.

 

Os testículos criptorquídicos podem localizar-se tanto no canal inguinal quanto dentro do abdômen (intra-abdominal). Ao exame físico, pode-se notar um escroto hipoplásico (vazio) e palpar-se um testículo na região inguinescrotal. Em 20% dos casos, os testículos não são palpáveis, podendo indicar que estão numa posição abdominal.

 

Até que o menino complete 1 ano de idade, existe a probabilidade de os testículos criptorquídicos continuarem seu movimento de migração até o escroto.

 

Após esse período, recomenda-se tratamento cirúrgico. Existem protocolos de tratamento clínico com uso de hormônios para estimulação da descida testicular, todos sem comprovação de eficácia clínica.

MEGAREUTER

MEGAREUTER

 

Refere-se a um ureter anormal por apresentar dilatação e eventual tortuosidade. Essa condição vem, em geral, associada a algum fator obstrutivo – funcional ou mecânico – para o fluxo de urina. Conceitualmente se pode dizer que ureteres com calibre de 7 mm ou mais são considerados dilatados.

 

O surgimento do megaureter pode ocorrer no período gestacional; é primário quando está relacionado a alterações congênitas do próprio ureter, ou secundário, quando está relacionado a anormalidades obstrutivas da bexiga ou da uretra.

 

O megaureter é detectado pela ultrassonografia pré-natal. Já os casos não identificados durante a gestação podem se apresentar através de episódios de infecção urinária, dor abdominal, sangramento na urina, cálculos urinários, massas abdominais palpáveis ou, em situações mais severas, insuficiência renal.

 

Os exames de escolha para detecção e acompanhamento são a ultrassonografia, uretrocistografia miccional e cintilografia renal.

 

O tratamento é inicialmente clínico, havendo indicação de cirurgia em casos de dor persistente, infecção recorrente, hematúria (eliminação ou presença de sangue na urina) e piora da função renal, o que ocorre entre 9% e 28% dos casos.

 

O tratamento clínico consiste basicamente em terapia preventiva com antibiótico (uso diário em doses baixas) e acompanhamento com exames de imagem.

 

Já o tratamento cirúrgico tem por princípio remoção da parte distal doente do ureter, redução do calibre ureteral e reimplante ureteral. O sucesso do tratamento cirúrgico fica entre 75% e 95% dos casos.

HIDRONEFROSE ANTENATAL

HIDRONEFROSE ANTENATAL

 

O termo hidronefrose antenatal ou ectasia pielocalicial refere-se a uma dilatação presente no rim do feto que pode comprometer um ou ambos os rins. Corresponde a 15% de todas as malformações detectadas ainda no período da gestação.

Durante o acompanhamento pré-natal das gestantes, pode-se identificar a hidronefrose antenatal através da ultrassonografia morfológica, realizada rotineiramente para avaliar com detalhes o desenvolvimento do bebê e detectar precocemente possíveis malformações estruturais do feto.
A maioria dos casos (cerca de 70%) vai evoluir favoravelmente, não necessitando de nenhuma intervenção cirúrgica.

As principais causas de hidronefrose antenatal são: estenose da junção pieloureteral (mais comum), refluxo vesicoureteral, válvula de uretra posterior e megaureter.

Antes mesmo do nascimento da criança, pode-se fazer a avaliação urológica, que consiste basicamente em esclarecer os pais sobre as principais causas e os respectivos tratamentos possíveis após o nascimento. Ainda não há tratamentos intervencionistas intrauterinos com efetiva comprovação científica.

Após o nascimento, a criança deve ser avaliada por especialistas (uropediatra e nefropediatra) para se chegar ao diagnóstico específico e tratamento adequado.

ESTENOSE DE JUNÇÃO PIELOURETERAL

Estenose de junção pieloureteral

O estreitamento do canal do rim (também conhecido como JUP – junção ureteropiélica, ou estenose de JUP) obstrui o fluxo de urina que vem do rim. Deve ser tratado cirurgicamente quando começa a provocar danos na função renal.

Esse estreitamento pode ser corrigido pela técnica endoscópica (endopielotomia): por meio de um conjunto de equipamentos, como videocâmera, instrumentais, unidade de laser, amplia-se a região do estreitamento para normalizar a passagem da urina.

O procedimento considerado de primeira escolha por seus ótimos resultados é a técnica minilaparoscópica, em que o rim é acessado através de 3 a 4 orifícios de 3 a 5 mm de diâmetro. Nessa cirurgia, denominada pieloplastia, extirpa-se o segmento estreitado e se faz uma reconstrução entre o ureter e o rim, eliminando assim o fator obstrutivo.

REFLUXO VESICOURETERAL

Refluxo vesicoureteral

tratamento endoscópico baseia-se na injeção submucosa, abaixo da entrada do ureter, de substâncias sintéticas que obstruem o fluxo retrógrado de urina, com resultados muito satisfatórios (eficácia de até 80%). Pelas baixas taxas de complicações, a injeção endoscópica pode ser considerada boa opção, principalmente para pacientes com refluxos menos intensos (graus I, II e III). Em casos de graus mais elevados de refluxo (IV e V), a eficiência diminui para aproximadamente 50%.

Os casos mais avançados de refluxos, ou aqueles em que o tratamento clínico ou endoscópico não resolveram, poderão ser solucionados por meio de cirurgias abertas convencionais ou preferencialmente por uma técnica mais moderna e menos invasiva, que é a videolaparoscopia.

Master Clínica, pioneira na realização de cirurgias minimamente invasivas, oferece essa modalidade de tratamento para o RVU. Entre suas vantagens, destacam-se: menor trauma tecidual, menor dor pós-operatória e recuperação mais rápida

VÁLVULA DE URETRA POSTERIOR

Válvula de uretra posterior

A válvula de uretra posterior (VUP), pelo seu potencial destrutivo às unidades renais e, considerando que nem sempre é de fácil identificação, faz com que o seu diagnóstico e, por conseguinte, o tratamento tenha de ser o mais rápido e eficaz possível.

abordagem endoscópica uretral (canal da bexiga), usualmente o tratamento de escolha, consiste na utilização de um sistema de câmera de alta definição acoplado aos instrumentos endoscópicos (próprios para o paciente infantil) munidos de uma unidade de laser para a fulguração (cauterização) da válvula, removendo assim o componente obstrutivo.

A criança tem uma rápida recuperação pós-operatória, recebendo alta hospitalar um dia após o procedimento.

URETEROCELE

Ureterocele

A ureterocele é uma doença congênita que consiste na presença de uma membrana no segmento terminal do ureter, na junção com a bexiga, o que causa obstrução do fluxo urinário daquela unidade renal. Como consequência, pode ser causa de infecção urinária de repetição, dilatação e até perda da função renal.

O tratamento pode ser realizado através do canal urinário (uretra) utilizando-se um conjunto de equipamento endoscópico, videocâmera e unidade de laser para promover a abertura da membrana obstrutiva.

Em algumas situações, pode ser necessária uma técnica mais complexa de tratamento, como o reimplante de ureter ao nível da bexiga. Essa modalidade é tradicionalmente realizada por meio de cirurgia aberta, porém, mais recentemente, desenvolveu-se a forma laparoscópica, trazendo uma série de vantagens à criança, por ser minimamente invasiva.

TESTÍCULOS INTRA-ABDOMINAIS

Testículos intra-abdominais

Os testículos que são palpáveis ou que, no exame de imagem, são visíveis na região inguinal, são fixados na bolsa testicular por meio de cirurgia aberta (orquidopexia). Os pacientes cujos testículos não aparecem no exame devem ser submetidos ao tratamento laparoscópico (cirurgia sem cortes), com finalidade inicial diagnóstica de localização e, em seguida, terapêutica, para a fixação escrotal.

O tratamento poderá ocorrer em um tempo, quando os vasos são suficientemente longos para o posicionamento do testículo na bolsa escrotal, ou em dois tempos, quando os vasos são curtos. Nesse caso, fixa-se o testículo temporariamente no trajeto inguinal e se aguarda um período mínimo de seis meses para o desenvolvimento da circulação colateral (autonomização do órgão) e, no segundo tempo, realiza-se a fixação escrotal definitiva.

DUPLICIDADE PIELOURETERAL

Duplicidade pieloureteral

 

Sua origem está ligada a mecanismos embriológicos complexos. Trata-se de uma duplicação do ureter de um mesmo lado, formando unidades renais superior e inferior. Pode ser incompleta, quando os canais (ureteres) dessas unidades se fundem antes de chegar à bexiga, ou completa, quando os canais das unidades entram na bexiga separadamente; nesse caso, pode apresentar problemas distintos de obstrução ou refluxo de urina.

O tratamento é cirúrgico e deve ser individualizado para cada situação. Em caso obstrutivo, com o rim preservado, realiza-se um procedimento de drenagem no interior da bexiga, via canal, por meio de material endoscópico.

Quando se tratar de ureter refluxivo, pode ser necessário um procedimento mais complexo – o reimplante ureteral, que está descrito em RVU.

Se houver perda da função do órgão, a retirada de parte renal (heminefrectomia) poderá ser o tratamento indicado. Podemos realizar esse procedimento pela técnica laparoscópica, para minimizar o trauma cirúrgico e promover um rápido período de convalescença.
Master Clínica conta com profissionais capacitados na identificação e tratamento dessa complexa patologia.

Dra. Melina Capraro Alcântara
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Dra. Melina Capraro Alcântara
CRM – 33950

Cirurgiã Pediátrica

2009 – 2014 Graduação em Medicina pela PUC PR

2015 – 2017 Residência de Cirurgia Geral pelo Hospital Universitário do Oeste do Paraná

2017 – 2020 Residência em Cirurgia Pediátrica pelo Hospital Pequeno Príncipe

2020 – 2021 Fellowship em Urologia Pediátrica pelo Hospital Pequeno Príncipe

Dr. Alex Sato Tanaka
Alex

Dr. Alex Sato Tanaka
CRM 24595-PR

Graduado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina

Residência em Urologia Geral pelo Hospital Santa Marcelina de São Paulo

Fellowship em Uropediatria pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP)

Fellowship em Transplante Renal Pediátrico pelo Hospital Samaritano de São Paulo – SP

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia

Membro da equipe de Transplante Renal do Hospital Nossa Senhora da Salete

Dra. Mariana Araújo Barbosa Tanaka
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Dra. Mariana Araújo Barbosa Tanaka 
Consultora

Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte

Residência em Pediatria pelo Hospital Infantil Albert Sabin

Título de Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria

Residência em Nefrologia Pediátrica pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

Título de Especialista em Nefrologia Pediátrica pela Sociedade Brasileira de Nefrologia e Sociedade Brasileira de Pediatria

Mestre em Ciências Aplicadas à Pediatria pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

Cirurgião Geral pelo Hospital Universitário do Norte do Paraná da Universidade Estadual de Londrina – UEL

Urologista formado no Hospital Evangélico de Londrina – HEL

As crianças acompanhadas habitualmente pelos seus pais são atendidas em sala ampla e decorada com tema infantil para tornar o ambiente aconchegante e adequado para avaliação clínica. Assim como a espera ocorre em uma sala provida de recurso audiovisual visando o completo entretenimento do paciente. Em anexo, oferecemos ainda um WC com fraldário para a comodidade das mães mas principalmente para o conforto das crianças.